
Ben, you're always running here and there
You feel you're not wanted anywhere
Como não poderia deixar de ser, este blog está de luto pela partida do rei. Talvez o último deles. O trono está vazio. As novas formas de consumo/produção de música não favorecem que alguém clame o trono. Pelo menos, não por agora...
Não são necessários links sobre o Michael, já que se pode achar de tudo, por aí. Assim, deixo apenas o depoimento de Lisa Presley, que me pareceu uma das poucas coisas sinceras que li a respeito. É a opinião de alguém que foi muito próxima, não do astro, mas da pessoa que ele era. De partir o coração.
Update: Acabei de perceber que o link da Folha só é acessível para os assinantes. Assim reproduzo abaixo a notícia:
"Tenho medo de terminar como ele", disse Michael Jackson há 14 anos, quando conversava com a então mulher, Lisa Marie, 41, sobre a morte do pai dela -aos 42 anos, vítima de um ataque cardíaco.
A declaração está no blog da cantora no Myspace (representantes dela confirmaram a veracidade do texto à Reuters). "O mundo está em choque, mas ele sabia exatamente como seria seu destino, e ele estava certo."
Em tom de desabafo, Lisa diz ter fracassado com o ex-marido -"a pessoa que não consegui ajudar"- e afirma que as atitudes autodestrutivas do cantor levaram ao divórcio (eles foram casados por 19 meses, de 94 a 95). "Queria "salvá-lo" do inevitável, que é o que acaba de acontecer."
"Ele era uma força dinâmica incrível que não devia ser subestimada. Quando a usava bem, era o melhor. Mas, quando a usava mal, era muito, muito ruim. A mediocridade não se aplicaria a Michael Jackson nem por um segundo."
1 palpites:
Esse post merece comentários em tom de silêncio.
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